
Por que o lipedema é tão subdiagnosticado?
Milhares de mulheres convivem com dor, inchaço e alterações na silhueta sem saber que têm lipedema. A doença afeta principalmente membros inferiores e braços, preservando mãos e pés, e não melhora apenas com dieta ou exercício.
A confusão com obesidade faz com que muitas pacientes sejam tratadas apenas para emagrecer, sem atenção à inflamação crônica, ao componente hormonal e à sensibilidade tecidual que caracterizam o lipedema.
Sinais que ajudam no reconhecimento
O acúmulo de gordura simétrico, a pele com textura irregular, a presença de nódulos e a dor ao toque são sinais importantes. Além disso, hematomas frequentes, sensação de peso e dificuldade para usar roupas justas também merecem atenção.
O diagnóstico é clínico, feito por médico familiarizado com a doença. Exames de imagem podem auxiliar na avaliação do estágio e na exclusão de outras condições, como insuficiência venosa ou linfedema.
Tratamento do lipedema: a abordagem do Dr. Colagrande
A abordagem do Dr Colagrande investiga as causas profundas: inflamação sistêmica, desregulação hormonal, microbiota intestinal, sono e estresse. A partir daí, monta-se um plano individualizado com nutrição anti-inflamatória, modulação hormonal quando indicada, suplementação inteligente e orientação de movimento adequado.
Em casos selecionados, a indicação cirúrgica é discutida com equipe especializada. O acompanhamento clínico contínuo é fundamental para preservar resultados, controlar dor e devolver mobilidade e autoestima.
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